𝑴𝒊𝒈𝒏𝒐𝒏𝒏𝒆 𝒂𝒍𝒍𝒐𝒏𝒔 𝒗𝒐𝒊𝒓 𝒔𝒊 𝒍𝒂 𝒓𝒐𝒔𝒆,
[…]. Donc, si vous me croyez, mignonne, tandis que vôtre âge fleuronne en sa plus verte nouveauté—, cueillez, cueillez votre jeunesse: comme à cette fleur la vieillesse fera ternir votre beauté.
Nascido e criado desde o primeiro segundo de vida até o dado momento em Paris, na França, o primogênito da família Tissot progride em seus quase vinte anos de idade com inúmeras particularidades. Visíveis, invisíveis, tentadoras, inexplicáveis.
Aos sete anos de idade, acostumava-se com agulhas de bordado. A partir dos nove, agulhas para máquinas. Nunca fora a flor de perfeição que se cheire desde o começo – contudo, acreditava fielmente e, de maneira espontânea, que os esforços o levariam ao objetivo glorioso.
Criação por criação, não existiam muitos outros passatempos em rotina. Admirava profissões variadas; nada que chegasse a empurrar a Arte adorada da qual adotada para si.
A pintura servia como um longo suspiro.
A ilustração, uma gloriosa paixão.
Linhas eram aquelas quem firmavam laços gentis com a criatividade.
E, no fim, tudo era e continua a ser a personificação da felicidade em tecidos, pences e manequins.
‘Prodígio’, diziam.
Para ele, somente ele próprio:
filho de um homem francês e uma mulher coreana, apaixonados; de orbes naturalmente arroxeadas como orquídeas e com um tato para vertentes artísticas.
Distante de pedregulhos na consciência, um assumido apaixonado por felinos e confeitaria. Alguém de sorriso fácil, vocabulário afiado e ideias infindáveis.
[...]. Mignonne, allons voir si la rose qui ce matin avait déclose sa robe de pourpre au soleil, a point perdu cette vesprée, les plis de sa robe pourprée, et son teint au vôtre pareil.
‘Prodígio’.
Não.
𝑬𝒍𝒐𝒔,
somente.
Em forma pura.